Luis Henrique Villanova, Doutor em Arquitetura, inicia assim seu artigo: “Bem-vindos a 2026. Como acontece todos os anos, milhões de pessoas se deslocam para aproveitar as férias em cidades, em sua maioria litorâneas. O movimento é previsível, recorrente e amplamente anunciado. Ainda assim, ele segue sendo tratado como um evento extraordinário. Trânsito saturado, redes de saneamento sobrecarregadas, pressão sobre serviços públicos e a sensação generalizada de colapso urbano passam a dominar o debate.” E termina assim: “A alta temporada funciona como um verdadeiro teste de estresse urbano. Expõe onde a cidade foi subdimensionada, onde o planejamento ignorou a sua própria dinâmica e onde decisões estruturais foram sistematicamente adiadas. Culpar o verão é um atalho confortável, mas insuficiente para enfrentar o problema real. O verdadeiro dilema das cidades sazonais não é lidar com turistas. É decidir se querem continuar sendo cidades de exceção ou se estão dispostas a se planejar como cidades de fato.” O artigo completo está aqui.
O Paradigma da Cidade Sazonal
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