Dia 25/02/26 foi inaugurado o Instituto Tempo Presente (ITP) em Itapoá, SC. Seu foco prioritário é o atendimento a populações em situação de vulnerabilidade, das crianças aos idosos. Maria Helena Aguiar, fundadora e presidente, destaca “o Instituto existe para realizar sonhos e, ao fazê-lo, despertar novos sonhos em cada pessoa que toca”. Conheça mais sobre o ITP e seus primeiros projetos, aqui.
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A triplicação da BR-277 entre Curitiba e Paranaguá, com início de obras no segundo semestre de 2025 e previsão de conclusão até 2031, visa desafogar o tráfego na Serra do Mar. O foco inicial do projeto está no trecho mais crítico, entre os quilômetros 67 e 83, e na criação de terceiras faixas em cerca de 81 km. Toda a região, inclusive Itapoá, será beneficiada com essa grande obra de infraestrutura. Leia aqui.
Itapoá pediu empréstimo de R$ 20 milhões ao Banco do Brasil, sendo R$ 6 milhões para estudos ambientais para nova etapa de alargamento de praias, segmento de 9 km entre os bairros Continental e Cambijú, e R$ 14 milhões para pavimentação de ruas. Após a realização dos estudos serão buscados recursos para as obras. Leia aqui.
Luis Henrique Villanova, Doutor em Arquitetura, inicia assim seu artigo: “Bem-vindos a 2026. Como acontece todos os anos, milhões de pessoas se deslocam para aproveitar as férias em cidades, em sua maioria litorâneas. O movimento é previsível, recorrente e amplamente anunciado. Ainda assim, ele segue sendo tratado como um evento extraordinário. Trânsito saturado, redes de saneamento sobrecarregadas, pressão sobre serviços públicos e a sensação generalizada de colapso urbano passam a dominar o debate.” E termina assim: “A alta temporada funciona como um verdadeiro teste de estresse urbano. Expõe onde a cidade foi subdimensionada, onde o planejamento ignorou a sua própria dinâmica e onde decisões estruturais foram sistematicamente adiadas. Culpar o verão é um atalho confortável, mas insuficiente para enfrentar o problema real. O verdadeiro dilema das cidades sazonais não é lidar com turistas. É decidir se querem continuar sendo cidades de exceção ou se estão dispostas a se planejar como cidades de fato.” O artigo completo está aqui.



