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Luis Henrique Villanova, Doutor em Arquitetura, inicia assim seu artigo: “Bem-vindos a 2026. Como acontece todos os anos, milhões de pessoas se deslocam para aproveitar as férias em cidades, em sua maioria litorâneas. O movimento é previsível, recorrente e amplamente anunciado. Ainda assim, ele segue sendo tratado como um evento extraordinário. Trânsito saturado, redes de saneamento sobrecarregadas, pressão sobre serviços públicos e a sensação generalizada de colapso urbano passam a dominar o debate.” E termina assim: “A alta temporada funciona como um verdadeiro teste de estresse urbano. Expõe onde a cidade foi subdimensionada, onde o planejamento ignorou a sua própria dinâmica e onde decisões estruturais foram sistematicamente adiadas. Culpar o verão é um atalho confortável, mas insuficiente para enfrentar o problema real. O verdadeiro dilema das cidades sazonais não é lidar com turistas. É decidir se querem continuar sendo cidades de exceção ou se estão dispostas a se planejar como cidades de fato.” O artigo completo está aqui.
“Alguns projetos não nascem para o presente. Eles começam agora para transformar a cidade no futuro”, diz Patrícia Claudino. E continua: “A Riviera Santa Maria traz uma proposta urbana pensada no longo prazo, inspirada em novos conceitos de ocupação, mobilidade e convivência. Mais do que um empreendimento, é uma leitura de futuro — e entender esses movimentos antes faz toda a diferença nas decisões de hoje”.
As inscrições para a Maratona Internacional do Paraná (MIP) na Ponte de Guaratuba, que acontecerá nos dias 02 e 03/05/26, estão esgotadas. Serão 18.000 atletas divididos em provas de 5k, 10k, 21k e 42k. A conquista de um sonho, celebrada com um evento que inspira saúde. Site do evento aqui.
Depois de ser destaque nacional como a cidade que mais cresceu em SC e a quinta em crescimento no Brasil, e de ser beneficiária da maior engorda de praia do Brasil, agora a Revista Veja realça “Novo porto em Santa Catarina projeta R$ 117 milhões em receitas”. Trata-se do Terminal de Uso Privado Coamo, em Itapoá, que vai movimentar 11 milhões de toneladas por ano de granéis sólidos e líquidos. Leia aqui.

