A criação de ambientes públicos traz benefícios, como bem-estar físico e mental e senso de comunidade, que refletem no aumento do valor percebido dos complexos residenciais implementados no seu entorno. Em vez de um detalhe, a melhoria dessas áreas deveria ser um ponto focal das estratégias de valorização dos municípios. Na Riviera Santa Maria, mais de 50% da gleba está reservada para áreas públicas: Praia de Bambu, Parque Sul, Parque Norte, Rambla, Lagoas e RPPN com Jardim Botânico. Artigo do movimento Somos Cidade discorre sobre o assunto, aqui.
Riviera Santa Maria
As ruas da Riviera já receberam as primeiras camadas de saibro britado. Já foram aplicados 54.000 metros cúbicos em aterros compactados. A visão panorâmica revela as novas ruas: a Rambla, espinha dorsal leste/oeste, partindo da praia e seguindo até a mata nativa do futuro Jardim Botânico; as vias estruturais norte/sul, da Avenida Brasil a ser remodelada e Caminho da Onça a ser duplicado; as vias locais e passeios, das ruas Pixinguinha, Vinicius de Moraes e Cartola; as vias-canal, em eixos duplos, do Boulevard Noel Rosa e Boulevard Ary Barroso. Enquanto engenheiros, operários e máquinas trabalham na infraestrutura, as construtoras detalham os projetos dos primeiros prédios. E sonhos vão se tornando realidade.
O Projeto de Reposição Florestal da Riviera Santa Maria contabiliza, até o momento, o plantio de 11.999 mudas de espécies nativas, das quais 9.135 pertencem a espécies ameaçadas. O plantio foi realizado na área verde remanescente e futura RPPN da Riviera Santa Maria, localizada na região adjacente ao empreendimento. Houve preocupação em recompor a paisagem, com a maior diversidade de espécies, para a conservação da fauna e flora. Leia mais aqui.
Representantes da IGG, empresa que desenvolve o projeto Riviera Santa Maria em Itapoá-SC, e da Associação de Ensino e Defesa Ambiental (Adea), responsável pelos Planos de Manejo das Unidades de Conservação do empreendimento, visitaram a Apremavi, em Atalanta (SC). Conheceram o viveiro que tem capacidade de produzir 1 milhão de mudas por ano, de até 200 diferentes espécies nativas da Mata Atlântica. Werney Serafini, presidente da Adea, destaca que a visita foi inspiradora e “muitas sementes foram plantadas”. Leia mais aqui.







